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Comida boa e mais acessível na mesa das pessoas

  • Foto do escritor: Elton Carlos Welter
    Elton Carlos Welter
  • 8 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 9 de out. de 2025



Os números não mentem: segundo a Carta de Conjuntura do IPEA, publicada na última semana, a deflação - queda dos preços - registrada no último mês não é fruto direto da força da agricultura brasileira e das políticas públicas que a sustentam.


A safra recorde de grãos, que que reduziu custos de insumos e ampliou a oferta, se somou à diversificação da agricultura familiar, com arroz orgânico, feijão e hortifrutis que chega fresco à mesa da população. Ou seja, o Governo do Brasil acertou ao lançar o maior Plano Safra da história, financiando tanto o agronegócio empresarial quanto a agricultura familiar. Bem como o Pronaf, garantindo crédito acessível e juros baixos para quem produz comida de verdade.


Ainda, a Conab, com compras públicas e estoques reguladores, fortaleceu o abastecimento e protegeu os consumidores e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, em diálogo com os movimentos sociais do campo, reafirmou o compromisso de fazer da produção de alimentos uma política de soberania e justiça social.


Erra quem acredita que essa “desinflação” da comida foi resultado do tarifaço, mas sim de conjunto coerente de políticas públicas e à força produtiva do país.


Ainda, o cenário de deflação dos alimentos foi catalisado também pelo bônus Itaipu, que reduziu a conta de luz e aliviou o custo de produção, e pela firme diplomacia do governo, que valorizou o real e ajudou a segurar os impactos do tarifaço.


Como agricultor familiar e mestre em desenvolvimento sustentável, tenho convicção: quando o governo escuta os empresários, os trabalhadores rurais e os movimentos sociais, quando investe no campo e respeita quem planta e o Brasil mostra que é possível plantar comida, crescer, distribuir renda e avançar no desenvolvimento sustentável.


*Elton Welter é deputado federal pelo Paraná.

 
 
 

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